terça-feira, 25 de maio de 2010

@Deiaslovers

Outra liinda, tão liinda, haha, tão fofa, querida! O mellhor fã clube pra nossa master! Parabéns!

terça-feira, 27 de abril de 2010

Ajuda na tag #DivasHoriNoRS
Obrigadão!

quinta-feira, 22 de abril de 2010

SEGUE: http://www.twitter.com/fiukeetis
Obrigada!

PROOOMOÇÃO!


Quer ganhar essa bolsa, mas no lugar das meninas o Fiuk?
Boooora participar!
Muuuuuuuito facil gente, o que tá esperando?!
#BJBJ

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Aviiiso!

Gente, se você quer ganhar esta bolsa, com a foto do Fiuk, coooorra!


As Melhores Coisas Do Mundo =)

RIO - Primeira vez, divórcio dos pais, bullying no colégio, paixão platônica (e, claro, não correspondida) pela gata da turma, experiência com drogas, bebedeiras... A lista é longa, concordará o leitor, um turbilhão que pode fazer da adolescência um ansioso tormento. Mas nada como se divertir à beça vendo tudo do lado de cá da tela.

Com pesquisa apurada, texto inteligente e direção que dribla a caricatura, "As melhores coisas do mundo", longa de Laís Bodanzky ("Bicho de sete cabeças") baseado na série de livros "Mano", de Heloisa Prieto e Gilberto Dimenstein, estreia sexta tentando preencher a estranha lacuna de filmes para adolescentes do cinema nacional. O desafio é conseguir tocar o público-alvo.

Pelo menos para dois deles a parada já está ganha. Os paulistanos Francisco Miguez, de 15 anos, e Gabriela Rocha, de 16, são o protagonista, Mano, e a melhor amiga dele, Carol. Escalados depois de exaustivos testes entre alunos de colégios, eles levaram seu jeito de falar e agir e muito das próprias vivências para a história. E acreditam que o resultado foi bem realista.

A trama mostra a transformação na vida de Mano enquanto os pais (Denise Fraga e Zecarlos Machado) se separam e o irmão (Fiuk) vive um drama sinistro. Tudo é recheado com histórias que você deve conhecer: as fotos da colega seminua circulando na escola, a dificuldade de chegar na menina naquela festa, os colegas zoando maldosamente um problema familiar...

- O roteiro tinha as ideias gerais, mas a Laís deixou a gente livre para falar como quisesse. Coisas espontâneas dos bastidores foram parar na edição. Muito daqueles personagens somos nós - conta Francisco, rindo quando o repórter pergunta se também é inspirada numa experiência pessoal a cena em que ele, megadesajeitadamente, perde a virgindade com a garota dos sonhos. - O que eu posso dizer é que têm aparecido mais meninas, sim. Tô trabalhando para dar conta (risos).

Nos dois meses de filmagens, ele faltou ao colégio todos os dias e teve aulas particulares à noite, depois de ralar das 6h às 18h. Para Gabriela foi menos punk. Ela só perdeu um mês. Óbvio que nem ligou:

- Ah, não vou mentir e dizer que adoro estudar. Penso em fazer Medicina. Mas não sei se quero continuar a ser atriz. Mas também não sei se quero MESMO fazer faculdade (risos).

Para retratar o universo adolescente sem estereótipos, Laís e o roteirista, Luiz Bolognesi, se reuniram exaustivamente com grupos em colégios. Durante as filmagens, um conselho jovem indicava se a coisa estava correndo como deveria.

- O lado tecnológico, do celular tão presente, apareceu por causa deles, não estava no primeiro roteiro - diz a diretora.

- Eles não queriam aquela história de loser versus os babacas populares. Essa estrutura a galera não aguenta mais. Só consome por não ter outra coisa. A gente se preocupou em retratar o adolescente brasileiro - conta Bolognesi. - Que é bem menos liberado sexualmente, se droga e bebe muito menos e é muito mais politizado do que tinham me alertado. Fiquei feliz com o que eu vi na pesquisa, essa galera está bem melhor do que foi a minha geração.


MAIS SOBRE OS PROTAGONISTAS

Francisco Miguez

CURTE tocar guitarra, ir a festas e bares com amigos - "Ah, já entrei em boates, sim, mesmo sem ter RG falso" - e tem escutado muito Franz Ferdinand e Sonic Youth. Não é viciado em internet e só está em uma rede social.

FAMA: "Meu colégio (Oswald de Andrade, SP) é pequeno, já fiquei famoso. E muita gente tem pedido para me adicionar no Orkut. Tinha gente que nem dizia oi e agora chega, acho estranho. Pelo menos fala alguma coisa, pô!"

ESPINHAS: No filme, rodado há um ano, ele está cheio delas. "Sumiram sozinhas! Putz, muito bom, nem fiz tratamento. Tipo: 'Tchau, puberdade!'"


Gabriela Rocha

INTERNET: É viciada em Twitter, tem Facebook só para usar os jogos e conta 600 contatos no Orkut, embora jure só adicionar quem é "realmente amigo".

FAMA: No colégio (Dante, SP), pouca coisa mudou. "Quem me conhecia diz 'ah, vi seu trailer, vi o cartaz'. Mas não virei celebridade. E não, não tenho namorado."

CURTE pop e rock, Panic At The Disco e Lady Gaga - "Amo Lady Gaga! O clipe de 'Telephone' é maravilhoso" - e adoraria ter feito "Bicho de sete cabeças" ou... "Jogos mortais" (!!). "Não quero acordar enjaulada um dia... Mas passar por aquilo na ficção seria muito legal!"

Minha droga é o palco - FIUK

Filipe Galvão, o Fiuk, é o garoto do momento. Com apenas 19 anos de idade ele já fez a sua estreia no cinema, com o longaAs Melhores Coisas do Mundo, já lançou um CD com a sua banda, chamadaHori, e interpreta Bernardo no folhetimMalhação ID, da Globo.


Em entrevista ao jornal Folha de São Paulo, o ator falou sobre a carreira, drogas e o sucesso. O cachê da banda já aumentou quase dez vezes desde que ele entrou para a novela global, mas o dinheiro não é o maior interesse do jovem.


- Dinheiro não me atrai.


Apesar disso, foi com fruto do seu trabalho que ele conseguiu comprar um objeto dos sonhos, uma guitarra Gibson 335. Quando o assunto é drogas, o ator é bastante sincero.


- Minha geração, de classe média alta, não teve dificuldade. Sempre teve o que comer, carro na garagem. Então é muito mais fácil cair na tentação de uma droga. Eu não sou perfeito. Mas sou muito focado. Não trocaria minha carreira por uma viagem. Minha droga é o palco.


Conheça, O FIUK!

CANTOR E ATOR, FIUK CONQUISTOU O BRASIL COM A BANDA HORI E COM O PAPEL DE BERNARDO EM "MALHAÇÃO ID"

Filipe Kartalian Ayrosa Galvão, o Fiuk, nasceu em São Paulo no dia 25 de outubro de 1990. Filho de pai famoso, o cantor romântico Fábio Jr., porém, Fiuk aprendeu a voar com as próprias asas e desde cedo já mostrava talento pra a música. Após sair da banda No Name, o garoto logo formou o Hori com amigos do condomínio onde morava, em Alphaville, São Paulo, em 2004.Já em 2008, o Hori assinou contrato com a Warner Music Brasil e despontou para o estrelato depois de abrir um show para os canadenses do Simple Plan no Credicard Hall (SP), em março de 2009.

Daí em diante a banda foi crescendo e passou a excursionar por todo o país. Fiuk, por sua vez, começou a despertar o interesse das garotas – fato inevitável, uma vez que seus traços são idênticos ao do pai, um assumido galanteador.
Fiuk ingressou na carreira de ator antes de estrear como Bernardo em “Malhação ID”, a 17ª temporada da novela teen global. Tudo começou com a participação do garoto no longa “As Melhores Coisas do Mundo” (inspirado na série de livros “Mano”, de Gilberto Dimenstein), que estreou no dia 16 de abril de 2010 em todos os cinemas e onde contracena com nomes consagrados como Caio Blat e Paulo Vilhena. Foi aí que surgiu o convite para realizar os testes na Rede Globo; o resultado todos sabem: Fiuk é o atual protagonista da trama.
Para coroar a excelente fase de Fiuk e da banda Hori, a música “Quem Sou Eu” (do disco “Hori”, de 2009) foi escolhida para a abertura da atual temporada de “Malhação”, assim como a versão que a banda fez para “Só Você”, de Fábio Jr., que entrou para a trilha da atração.
Fiuk é do signo de escorpião, adora comida japonesa e o kibe que a avó prepara. Fã assumido da banda Blink 182°, além de guitarra também toca bateria. Apesar de usar calças e tênis bem coloridos, sua cor favorita é o branco e tem mania de balançar os pés quando está parado.

Fiuk - Estou surtando a 1 ano e meio com o Filme.

Falar com Filipe Galvão, ou Fiuk, como ele gosta de ser chamado, é tarefa das mais difíceis. Faltando apenas dois dias pra sua estreia no cinema (veja aqui outras estreias da semana) como um dos protagonistas de As Melhores Coisas do Mundo, de Laís Bodanzki, o novo queridinho do Brasil abriu com muito custo uma brecha na agenda pra falar com o Virgula.


Tivemos dez minutos de papo com o gato e logo no início da conversa ele já avisou: “Só não me chame de galã, isso não é pra mim”. Ok, Fiuk, a gente aceita sua modéstia.

Por que o rótulo de galã te incomoda?
Ah, isso não é pra mim, não me enquadro nessa imagem e não ligo pra isso. Fico até sem graça de ouvir essas coisas.

As Melhores Coisas do Mundo estreia hoje (16). Muita dor de barriga por aí?
Nossa, estou muito ansioso. Eu gravei o filme há um ano e meio e estou surtado desde então. Fico curioso pra ver a reação do público, não sei como as pessoas vão receber e entender a história. É muita ansiedade!

O Rodrigo Santoro se revelou como um bom ator num filme da Laís Bodanzki, o Bicho de Sete Cabeças. Já rola uma comparação entre a projeção que ele teve e a que você pode ter agora?
Imagina! Se existe não é da minha parte. O Rodrigo já tinha sete anos de carreira quando filmou com a Laís e eu ainda estou muito no comecinho da minha como ator.

Você sempre quis ser artista?
Músico eu sempre quis ser, não tem como negar a influência paterna, né? Mas ator é novidade pra mim, não pensava nisso, não. Mas estou adorando atuar.

Você tem conseguido conciliar os shows com a Hori e sua vida de ator?
Não me pergunte como, mas tenho! A gente tá com uma agenda de shows bem apertada, mas tá rolando.

Seu pai curte as músicas que você toca?
Muito. A gente troca muita figurinha, conversamos sobre instrumentos, sempre mostro arranjos novos pra ele, peço dicas. Só Você, que é a nossa música de trabalho, é uma regravação dele e estamos preparando mais uma, mas ainda é segredo.

Você se acha muito parecido com o seu pai?
Costumo falar que sou uma versão anos 2000 do Fábio Jr, haha! Me acho muito parecido com ele, fico de cara quando assisto alguns vídeos do meu pai quando tinha a minha idade. Não é nem tanto pela aparência física, mas pelos gestos, pelo modo de andar, de se mexer.

Você gosta de moda?
Adoro. Gosto de escolher minhas roupas, ter meu estilo. Mas não sou nada ligado em marcas, não me preocupo com preço das peças, nada disso. Só curto me vestir bem.

Você usa muitas roupas coloridas. A inspiração vem dos anos 80?
Vem sim, gosto muito dos anos 80. Até bem pouco tempo eu era muito preto e branco, quase não vestia roupas de outras cores. Aí resolvi experimentar, usar calça vermelha, roxa. Gostei!

Você namora com a mesma menina há dois anos. A relação de vocês mudou muito depois que você ficou famoso?
Hoje a nossa maior dificuldade é a minha falta de tempo. No começo ela não entendia muito bem todo o assédio em cima de mim e acabava sentindo ciúme. Mas agora ela já está de boa, não liga mais.

O que você faz pra manter o corpo. Pratica algum esporte?
Cara, eu sou muito sedentário. Além de estar sem tempo nenhum, não sinto prazer malhando. Todas as vezes que eu tentei ficava pensando que em vez de levantar peso eu poderia estar tocando violão, haha.

E com alimentação, você se preocupa?
Sim. Estou sempre comendo alguma coisa! Sou bom de garfo!

#AsMelhoresCoisasDoMundo

O universo adolescente é variável de acordo com o momento em que se vive. Numa configuração deste universo atual o filme As Melhores Coisas do Mundo estreou nos Cinemas do Brasil, nesta sexta-feira, 16.

O filme tem a direção da consagrada cineasta Laís Bondanzky contando com o roteiro de Luiz Bolognesi baseado em série de livros “Mano” de Gilberto Dimenstein e Heloísa Prieto.

Fiuk e Francisco Miguez - Divulgação

Fiuk e Francisco Miguez, destaques do elenco de As Melhores Coisas do Mundo
Foto: Divulgação/As Melhores Coisas do Mundo


A trama gira em torno de
Mano, um garoto de 15 anos, com as típicas (e inevitáveis) dúvidas, pressões e descobertas dessa idade. Amizades, paixões, dramas familiares, conflitos sociais e com ele mesmo, são alguns dos elementos que guiam o protagonista da história.

No elenco há tanto atores consagrados como estreantes, dentre esses nomes, destaca-se a presença de Fiuk (atual protagonista de Malhação), Francisco Miguez, Paulo Vilhena, Denise Fraga,Caio Blat eJosé Carlos Machado.

Confira abaixo o trailer ofcial do filme brasileiro produzido pela Warner Bros.

Fiuk participa da campanha de 45 anos da Globo

Entra no ar no próximo dia 26 de abril, a campanha de 45 anos da TV Globo, reunindo artistas, jornalistas e apresentadores da emissora. Serão dois filmes de 30 segundos, com depoimentos com o elenco da casa desejando só coisas boas para o telespectador. Entre os que participam, estão Jô Soares, Claudia Raia, Edson Celulari, Reynaldo Gianecchini, Fiuk e Paola Oliveira.

Abaixo, o texto da campanha:

Nova idade, com muito mais vontade.
De querer ainda mais...
Qualidade
Emoção? Mais!
Alegria? A gente traz!
E diversão? Vamos atrás!
Mais informação? A gente é capaz!
Todos queremos mais
Educação
Saúde
E, claro, amor e paz
Brasil? Muito mais
É a sua escolha que nos satisfaz
É por você que a gente faz
Sempre mais.

Fiuk segue o caminho do pai, em relação a TV e ao cinema!

"Um dia me ligou um cara e disse: "Véio [Velho], tem como você falar com seu pai pra ele me colocar na "Malhação'?'". Essa não foi a primeira vez- e não será a última- que o cantor e ator Fiuk, nome artístico de Filipe Galvão, 19, ouviu essa frase. "O que me incomoda é que as pessoas não sabem o que eu passo e falam: "Tá aí só por causa do cara, fazendo música só porque é filho do cara"."
Ele garante que o "cara" em questão, seu pai, o cantor Fábio Jr., não deu nenhum telefonema para que o filho se tornasse protagonista da novela adolescente "Malhação ID", da Globo. "Um amigo me indicou para os testes do filme "As Melhores Coisas do Mundo" [que estreou na sexta], da Laís Bodanzky. Eu passei e ganhei um papel. Quando as filmagens acabaram, fui chamado junto com outras pessoas do elenco para fazer testes na Globo e entrei em "Malhação'", conta, enquanto aguarda no camarim para gravar o programa "Altas Horas", em São Paulo. Em cinco meses no ar, Fiuk (que ganhou o apelido aos dez anos, de um amigo) virou a mais nova estrela brasileira. Sua página no Twitter tem 412 mil seguidores. Ele tem mais de 50 fã-clubes na web.
"Preciso passar um corretivo aqui, ó", mostra um machucadinho em cima do nariz. "Meu papagaio Bob me bicou, acredita? Fica tanto tempo sem me ver que ficou doido." São 11h30 de uma quinta-feira fria na capital paulista. O rapaz, de calça jeans azul, camisa branca, malha preta, moletom amarelo, tênis branco com cadarços roxo e rosa num pé e rosa e verde no outro, acaba de acordar de um cochilo no camarim. "Peguei o avião às 23h40 ontem, no Rio [onde se hospeda em um flat]. Dormi na casa do meu pai [onde mora], em Alphaville (SP), e cheguei aqui hoje às 10h30 para passar o som com a banda. Amanhã volto para o Rio e à noite faço show em Cubatão (SP). Não tenho tempo pra dormir, pra ligar pra quem eu gosto, pra ficar em casa. É uma rotina bizarra", diz.
"Vamos tocar "Segredinho" [a música "Segredo']?", pergunta para os outros integrantes da banda. "Começa daquele jeito, Xande [baterista], aí eu falo "levanta a mão, galera'". "Aprendi a tocar violão com nove anos porque minha mãe [a artista plástica Cristina Kartalian] me obrigou, depois comecei a tocar guitarra, fiz aula de bateria e decidi que seria vocalista de banda." Fez algumas aulas de canto, mas logo parou. "Perguntei para o meu pai como eu aprendia a cantar. Ele disse: "cantando".
Até junho a Hori, que lançou o primeiro CD no ano passado pela Warner e emplacou uma música na abertura de "Malhação", não tem mais datas para shows. "O cachê da banda aumentou quase dez vezes depois que o Filipe entrou na novela",diz o empresário Celso Giunti, o mesmo de Fábio Jr. Com o dinheiro que ganhou até agora, conseguiu comprar "a guitarra do sonho, uma Gibson 335". "Dinheiro não me atrai."
"Fiuk, pelo amor de Deus, tira uma foto comigo?", pede a fã Julie, 17, na porta do camarim. Ela entrega um papel para ele: "Por favor, me segue no Twitter! Sei que você só segue 140 pessoas, mas me adiciona. Aqui está o meu nome."
Antes da pausa para o almoço, ele participa de reunião com uma grife que o contratou para assinar uma linha de roupas. Discutem as fotos para o catálogo da marca. Fiuk dá palpite em tudo. "Baixaram umas ideias aqui e agora que podem ser ridículas, mas vou falar. Imagina eu ali na praia com uma guitarra. A música atrai muito mais", fala. "Eu sei o que quero. Não é por pretensão. Não é que o azul é melhor que o roxo, mas eu quero branco." Foi sabendo o que queria que ele abandonou a faculdade de publicidade após um ano. "Eu ficava compondo nas aulas. Aquilo não era pra mim."
Durante a gravação de "Altas Horas", as meninas gritam: "Fiuk, eu te amo!", "Liiindo!". Quando a Hori começa a tocar "Só Você", um dos sucessos na voz de Fábio Jr., o público canta em coro. "Pra mim é um tesão gravar uma música do meu pai. Ele é um deus pra mim, é muito foda!", diz, antes de entrar na van que o levaria para casa, às 20h.
"Quer um cafezinho? Esse aqui tá bom, forte", oferece à repórter no começo da tarde de terça-feira, desta vez no Projac, no Rio, onde grava "Malhação". "Hoje estou mole, com uma gripezinha", diz. Ele senta numa mureta com café na mão, cigarro na outra- fuma desde os 15 anos- e começa a ler e repetir baixinho as falas de Bernardo, seu personagem na novela. Batuca com as mãos em cima da perna, como se tocasse bateria. "Faço isso o tempo todo, não consigo ficar parado."
O capítulo a ser gravado aborda o vício do crack. É o chamado "merchandising social" da trama, diz a assessora da TV Globo. "Minha geração, de classe média alta, não teve dificuldade. Sempre teve o que comer, carro na garagem. Então é muito mais fácil cair na tentação de uma droga", diz. "Eu não sou perfeito. Mas sou muito focado. Não trocaria minha carreira por uma "viagem". Minha droga é o palco."
Fiuk não acha que sua geração seja careta, mas sim "abstrata". "Se a gente pegar dez pessoas aqui, uma vai falar que é homossexual, a outra que odeia gay, a outra que não tem preconceito. Hoje a galera está mais liberal em todos os sentidos. Pra mim, por exemplo, são poucas mulheres que se valorizam. Banalizou muito. Menina de 12 anos perde a virgindade, com 13 sei lá o que faz."
Depois de gravar as duas cenas que tem no dia, o ator segue para o restaurante da emissora, com o assistente de produção Ademir Gomes. Ele se lembra do dia em que o ator ajudou um faxineiro a carregar uma caixa de água e foi aplaudido por vários funcionários da TV. "Fiquei muito chateado [com as palmas]. Foda-se que tô na Globo, aqui todo mundo é igual. O mundo é muito mais simples, pra quê complicar tanto, né?"
Pede um frango grelhado com purê de batatas e um guaraná. O telefone toca. "Oi, amor, tudo bem?". É a namorada, Natália, produtora de moda. "Sou caretão, romântico pra caramba. Acho o amor uma coisa animal. E o amor é uma parada de rock. Meu pai, então, é rock'n'roll total."
Aos 27 anos, Natália é oito anos mais velha do que ele. Novo ídolo das adolescentes, Fiuk dá o seu recado: "Nunca me relacionei com meninas mais novas. Eu não sou mais maduro que ninguém, mas com as mais novas nunca tinha papo, era muito nhenhenhém."


terça-feira, 20 de abril de 2010

"Vou levar 30 anos pra me comparar ao meu pai” Fiuk fala.

"Nossa, foi muito emocionante ouvir a galera gritando 'Fiuk, eu te amo!' no show. E eu tava abrindo pro meu pai, nunca imaginei isso', conta Fiuk, 19, para a repórter da Folha, na terça-feira passada, no Rio. O momento mágico em questão foi o show na sexta, dia 9, na cidade de Cubatão (SP). Sua banda, a Hori, havia se apresentado antes de seu pai, o cantor Fábio Jr.
Com a agenda "punk", sem tempo pra nada por conta das gravações de "Malhação ID", em que vive o protagonista Bernardo, e os shows com a Hori nos finais de semana, ele recebeu a reportagem da Folha durante dois dias. A primeira vez foi nos bastidores do "Altas Horas", em SP, e a segunda, quatro dias depois, no Projac, no Rio, onde ficam os estúdios de "Malhação".
Fiuk conta que fundou a banda aos 13 anos, quando começou a sonhar em ser vocalista. "Eu adorava a banda Blink-182 e me imaginava sendo o Tom, o vocalista", diz. "Eu brinco que meu coração não pulsa, ele toca notas [musicais]", prossegue, após passar o som com os companheiros Xande, Max, Fê Campos e Renam, no estúdio do "Altas Horas". "Sempre sonhei com isso, com a galera vibrando, cantando a minha música. Quero viver isso a vida toda. Quero morar no palco, vou colocar uma cama no palco."
"Olha eu aqui!", aponta para o papel com as fotos dos convidados do programa de Serginho Groissman, na porta do estúdio. "Mulheres, por favor", diz o cantor e ator de 19 anos, em um ato de cavalheirismo, segurando a porta para a repórter e a fotógrafa entrarem primeiro no local.
O jovem não é atencioso apenas com a reportagem. Ele cumprimentas todas as pessoas da produção da novela e do programa de Serginho Grosiman e atende todas as fãs com um sorriso no rosto. "Quando eu era menor achava que se um dia encontrasse meus ídolos eles nunca me dariam bola. E decidi que se um dia eu ficasse famoso eu iria tratar bem todos os meus fãs", fala.
Que fofo né galera?

6 Mesês!

É isso mesmo galera, o fã clube está completando 6 meses de idade hoje!
Para isso nós criamos o Blog! Aqui não vai ser o maior portal de notícias do Fiuk, mas um portal de notícias do Fiuk maravilhoso! Então, o que está esperando? 'Bóra' ler!